Secretaria do TEA está cadastrando famílias atípicas de Avaré
legenda: Informações vão dar subsídio para que pasta possa planejar políticas públicas e desenvolver ações para seu público-alvo
Fonte da Foto: Internet IlustrativaA Secretaria de Inclusão e Transtorno do Espectro Autista e Outras Neuroatipicidades está cadastrando famílias atípicas de Avaré.
"O procedimento é fundamental para que a pasta possa planejar políticas públicas e desenvolver ações para esse público-alvo", destaca o secretário Enzo Schiavão Neto.
A iniciativa conta com apoio do prefeito Roberto Araujo.
A adesão é feita presencialmente. Famílias com suspeita de neurodivergências devem ser dirigir à sede da pasta, que fica no Centro Administrativo (Rua Rio Grande do Sul, nº 1810).
É necessário apresentar RG e CPF dos responsáveis e do menor, quando for o caso, laudo (quando tiver) e comprovante de residência.
O atendimento ao público é de segunda a sexta-feira, das 9h às 17 horas. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (14) 3711-2580.
Importância do cadastro
A pasta tem hoje 165 pessoas cadastradas. Um exemplo da importância do cadastro é a investigação para diagnóstico que a Secretaria realizou com 35 cadastrados que ainda não tem laudo.
Os beneficiários não laudados já passaram por psicopedagoga e fonoaudióloga. A próxima etapa será com psiquiatria.
Além disso, a Secretaria de Inclusão do Transtorno do Espectro Autista e Outras Neuroatipicidades prepara uma série de ações para 2026.
A programação prevista inclui oficinas recreativas, projeto de alfabetização e o Abril Azul, mês de conscientização sobre o TEA, com palestras, oficinas e outras atividades, todas voltadas para quem é cadastrado.
Espaço para acolhimento
A Secretaria de Inclusão do Transtorno do Espectro Autista e Outras Neuroatipicidades está em processo de estruturação, mas já possui um espaço adequado para o acolhimento.
Além de um local onde as crianças podem brincar, a pasta disponibiliza informações importantes a pais e responsáveis.
Esse trabalho é feito por meio de escuta ativa, esclarecimento sobre transtornos e direitos, bem como sobre técnicas que podem ser utilizadas em casa com o objetivo de enfrentar as dificuldades cotidianas.
"Informação é uma ferramenta muito importante", destaca Enzo. "A ideia é que as famílias atípicas encontrem esse respaldo junto à pasta", conclui o gestor.
