Governo de Jô Silvestre mente aos funcionários, afirma Sindicato

Governo de Jô Silvestre mente aos funcionários, afirma Sindicato

legenda: Leonardo do Espírito Santo preside o Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais

Fonte da Foto: Internet

A situação na Prefeitura de Avaré está tomando rumos perigosos. A novidade, nos corredores do Poder local é a disseminação de informações falsas para confundir os servidores e, desorientados, manipular suas opiniões quanto à readequação salarial pedida pelo Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais de Avaré e Região desde o ano passado.

Nessa semana, um comunicado foi recebido pelos trabalhadores atribuindo ao presidente da entidade, Leonardo do Espírito Santo, a responsabilidade por um pedido de corte irrestrito do pagamento das horas extras realizadas pelos funcionários. 

“É um absurdo alguém acreditar nessa conversa fiada. Quem acompanha o cotidiano do sindicato sabe nosso posicionamento quanto a esse assunto”, afirmou o sindicalista. Para ele, os comentários incitando parte dos trabalhadores contra o sindicato podem ter partido de qualquer um dos setores da própria Prefeitura. “Nossa proposta era de que fossem cortados os pagamentos das horas extras e das gratificações para quem não faz esses trabalhos adicionais. Essa prática sangra os cofres públicos e impossibilita que a maior parte dos trabalhadores tenha seus salários devidamente revistos. Sabemos, por exemplo, que os funcionários da Saúde realizam essas ações, assim como as pessoas lotadas na Varrição, Coleta de Lixo e outras áreas”, frisou. 

No entanto, Leonardo lembra que a ideia não foi bem recebida pelo prefeito, em reuniões acontecidas neste ano. “Ele deixou claro não ter intenção de cortar as gratificações para os funcionários simpáticos ao atual governo; além disso, destacou, na mesma conversa, que as horas extras estão sendo reduzidas sistematicamente devido a um controle mais eficiente implantado na Prefeitura”, lembrou Leonardo.  

“Somos favoráveis ao pagamento de extras para quem faz esses serviços, mas essa não é a realidade do atual governo. Com isso, a readequação dos salários de todos os trabalhadores fica impossibilitada, conforme se observa hoje em dia”, destacou. O sindicalista afirma que grande parte das pessoas que recebem horas extras possui esse benefício por ligações inexplicáveis com os ocupantes do Paço Municipal atualmente; Leonardo ainda frisa a necessidade de uma avaliação dos serviços prestados, conforme relatórios da própria Prefeitura.

“Se o prefeito cortasse na própria carne, extinguindo as dezenas de cargos de confiança e adotando uma política de sobriedade, ou seja, acabando com o pagamento de gratificações e horas extras para quem não as faz, haveria dinheiro para melhorar os salários de todos os funcionários. Mas, ao que tudo indica, isso não interessa aos governantes da cidade”, disse ele, deixando clara sua disposição para esclarecimento de qualquer posicionamento junto aos trabalhadores. 

“O sindicato funciona todos os dias e sempre estou em meu posto. Os funcionários não podem se deixar enganar por essas conversas absurdas veiculadas em Mídias Sociais e que apenas serve para confundir a categoria”, finalizou Leonardo.

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