Com Bruna Caram, "Dois Irmãos" estreia nesta segunda na Globo

Com Bruna Caram,

legenda: Adaptação do premiado romance de Milton Hatoum, minissérie terá 10 capítulos com a história da rivalidade entre os gêmeos Omar e Yaqub

Fonte da Foto: Arquivo

Um dos mais importantes romances da literatura brasileira dos últimos 20 anos ganhará vida a partir de hoje. Na Rede Globo, às 22h15min, após a novela A Lei do Amor, estreia a série “Dois Irmãos”, adaptação do livro homônimo de Milton Hatoum, que terá a cantora e atriz avareense Bruna Caram, como uma das protagonistas. A história de rivalidade entre os gêmeos Omar e Yaqub, protagonistas dessa narrativa do escritor amazonense, já conquistou importantes prêmios literários e foi transposta para o teatro e os quadrinhos.

Além de ocupar horário privilegiado na maior rede de TV do país, “Dois Irmãos” conta com uma equipe que alia nomes respeitados pela crítica e conhecidos pelo público. Interpretando Omar e Yaqub adultos está o galã Cauã Reymond, que tem afirmado em entrevistas que este é o seu trabalho de maior carga dramática. Também compõem o elenco Juliana Paes, Eliane Giardine, Antonio Calloni, Antonio Fagundes, entre outras estrelas. Já a direção é de Luiz Fernando Carvalho, que também adaptou Dom Casmurro, de Machado de Assis, para a televisão, e Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, para o cinema.

Na trama, os gêmeos disputam desde cedo a atenção dos pais, Halim (Antonio Caloni/Antonio Fagundes) e Zana (Juliana Paes/Eliane Giardini), e, posteriormente, o amor da jovem Lívia (Monique Bourscheid/Bárbara Evans). Quem narra a história, transcorrida entre as décadas de 1910 e 1960, é Nael (Irandhir Santos), filho de uma indígena que trabalha para a família dos dois gêmeos, família esta composta por descendentes de libaneses migrados para o Amazonas.

Sobre a personagem - Bruna Caram diz estar realizada por ter participado da minissérie. E fala sobre a personagem que interpreta: “Rânia é a irmã dos dois irmãos do título, vividos por Cauã Reymond. Ela é uma presença misteriosa, quase invisível, além de uma mulher muito calada, então ninguém sabe o que ela está pensando ou o que ela quer. Vive trancada no quarto, tanto que no livro ela é descrita como ‘um ser enclausurado’. Mas, ao mesmo tempo em que é solitária, ela é uma pessoa muito guerreira, que cuida da grana da família toda e a que mais trabalha na casa. Ninguém sabe direito o que está pensando e o que quer, vive se trancando no quarto. Ela carrega um peso muito grande, é muito atormentada, mas eu estou apaixonada pela personagem. Na minha teoria, ela é até feminista sem saber, porque é muito independente e faz o papel de ‘homem da casa’””.

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